• Novos moldes do Minha Casa Minha Vida devem reaquecer economia

  • Por Eduardo Almeida, Vice-Presidente da ADEMI-DF

    A notícia de que o Governo Federal estuda aumentar o limite de todas as faixas do programa (exceto a 1) do Minha Casa Minha Vida trouxe ânimo para as empresas associadas à ADEMI-DF e para o mercado imobiliário. O governo analisa alterar os preços máximos dos imóveis em R$ 25 mil. A princípio, as mudanças mais abrangentes valem para as regiões metropolitanas de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Distrito Federal.
    O estudo visa ampliar para R$ 9 mil o limite de renda mensal de famílias que participam do programa.A expectativa é que a medida reaqueça o mercado imobiliário, e em consequência a economia, com o aumento no número de vendas de unidades. O salto esperado é de 150 mil imóveis a mais, somente neste ano, nas seções 2 e 3 do programa.
    Há uma expectativa também de que a proposta altere a faixa de juros cobrados nos financiamentos. Para os núcleos que tenham renda familiar de até R$ 9 mil, as taxas devem atingir o patamar de 9% ao ano – até então, os mesmos juros giravam em torno de 8,16% ao ano.
    Se a proposta do Governo Federal de fato se concretizar e a linha positiva do Índice de Velocidade de Vendas se manter em patamares altos, o mercado de compra e venda de imóveis em Brasília tem chances de um reaquecimento real.